Archive for June, 2005

Diatribe

Thursday, June 30th, 2005

É bom que Deus não exista, porque se existir, é um legítimo e grandicissimo FDP!!!

Cansei.

Wednesday, June 29th, 2005

Vou ali e não sei se volto.

Rapidinha: Joan

Monday, June 27th, 2005

Voltando a falar de seriados…

Joan encontra seu oposto? Ou o seu “adversário”?

Isso pode ser interessante… infelizmente, sendo o tipo de assunto, tanto pode ser ótimo, como pode afundar a série…

Me motivou a voltar a perseguir essa série, que nos últimos tempos, tenho acompanhado sem muito afinco…

Contradições

Saturday, June 25th, 2005

Diz-se que toda regra tem ao menos uma exceção… Em paralelo, toda grande idéia ou conceito, costuma trazer em seu bojo, alguma incerência ou inconsistência intrínseca, talvez fruto de uma relação Yin-Yang…

Assim também, funcionam as personalidades humanas, talvez até em grau maior… Me recordo, e quem me lê há tempos (e pelo menos dois dos meus antigos 17 leitores ainda passam por aqui) também deve lembrar, que eu me referia a mim como “uma massa de contradições que funciona”…

Acabei por descobrir que na verdade não funcionava… Terapia está aí para isso, e agora posso dizer que funciono, mas algumas contradições, em menor escala, são inevitáveis, e até desejadas, para que possamos efetuar uma dialética interna, o que é imprtante para não nos acomodarmos em nossas convicções, tornando-as absolutas e incontestáveis…

Um exemplo de uma contradição intrínseca em meu pensamento está no post anterior. Embora seja uma contradição leve, e esse grau não pode ser lido nas entrelinhas (mas eu garanto!!! :P ), não deixa de exisitir, estando no cerne da própria evolução de pensamento/atitude lá exposta…

C’est la vie… C’est la vue…

Arrependimento?

Friday, June 24th, 2005

Não me arrependo de nada, no sentido mais comum do termo…

Quando tomo alguma atitude e mais tarde, ao reavaliar, resolvo que não foi a melhor posição a tomar, apenas me empenho para não repetir a atitude e não revisito, em geral, a situação… O que passou, passou…

Em certos níveis, principalmente no que esbarrar no meu orgulho luciferiano, torna-se impossível até mesmo cogitar em rever esse passado… O que não impede sentimentos nostálgicos, claro… Conseqüências de utilizar-se da tal “lista positiva”, como escreveu Cinderel@, em seu blog…

E a persistência desse orgulho, tanto quanto minha disposição em repensar, são provas do quanto mudei e simultaneamente não mudei, como escrevi em post anterior…